• 27 MAR 19
    • 0
    Abordagem agnóstica de tumores: nova arma no combate ao câncer

    Abordagem agnóstica de tumores: nova arma no combate ao câncer

    Nos últimos meses, o tratamento do câncer vem sofrendo uma importante mudança. Geralmente o tratamento é escolhido de acordo com o sítio primário do tumor, por exemplo: mama, cólon, pulmão, etc. Porém estão surgindo drogas que se destinam a alvos moleculares específicos, independentemente do tipo do câncer. Em 2017, o FDA aprovou o anticorpo anti-PD1 pembrolizumabe para o tratamento de pacientes com tumores irressecáveis ou metastáticos com deficiência das proteínas de reparo do DNA ou que possuíssem alta instabilidade de microssatélites. No ano passado, foi a vez do larotrectinibe, droga que se destina ao tratamento de tumores que possuam a fusão do gene do receptor da tropomiosina quinase (NTRK). Os tipos mais comuns de câncer que possuem a fusão do gene NTRK são os tumores de glândulas salivares, os sarcomas de tecido mole, o fibrossarcoma infantil e o câncer de tireoide.

    Escrito por Leila Taguchi – Oncologia Clínica/Equipe Onkos⠀
    ⠀⠀⠀⠀⠀⠀
    Mais notícias em www.onkosclinica.com.br
    www.Facebook.com/onkosclinica
    @onkosclinicarecife

    Deixe uma resposta →

Deixe uma resposta

Cancelar resposta

Photostream